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Você sabia que a páprica nada mais é do que uma série de pimentões secos e moídos? O pó vermelho cheio de sabor, que pode tanto ser doce ou picante e até defumada, foi criada na Espanha, a partir dos frutos levados da América para o continente europeu. Lá é muito usada em refogados que servem de base para vários pratos e outras receitas com batata, arroz e peixes, além do molho romesco.

 Não existe um tipo específico de pimentão para produzir a páprica, apesar de terem sabores diferentes dependendo do local em que foi fabricada. A melhor dica para extrair o sabor desse condimento é esquentá-lo em gordura para liberar seus aromas, deixando ainda mais perfumada. O truque é não aquecer a páprica demais para que não fique amarga.

 Esse ingrediente é típico de outras cozinhas pelo mundo. Na Hungria, depois de séculos sendo usada apenas por camponeses, a páprica se consolidou como sofisticada e é usada para fazer algumas das mais tradicionais iguarias do país, como o goulash e páprikas de frango e vitela.

 A especiaria ainda aparece nas gastronomias sérvia (um tanto quanto semelhante a culinária húngara), marroquina, turca e indiana. Alemanha e Polônia também colocam à mesa uma série de receitas que levam o condimento. O porco à milanesa com molho de páprica alemão é mundialmente famoso.

 Na região dos Bálcãs, na Turquia e na Hungria, a páprica chega a ser mais famosa do que a pimenta e em todos os lugares é essencial, um elemento indispensável na receita.

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